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	<title>Terra Chá &#187; Plantas Medicinais</title>
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	<description>Calmantes Naturais, Sopas para Emagrecer, Depurativos do Sangue, Alimentos Diuréticos e muito mais</description>
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		<title>Camomila-Romana</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 02:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mezinha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chamaemelum nobile (L.) All., sin. Anthemis nobilis L., (Chamomilla nobilis God., Anthemis odorata Lam.) Família das Asteráceas (Compostas) Nomes Vulgares: Falsa-camomila, macela, macela-dourada, macela-de-botão, mançanilha, marcela. Habitat e Distribuição Planta herbácea perene da Europa e regiões temperadas, cresce em terrenos férteis, leves e de boa exposição ao sol. É freqüente em quase todo o continente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Chamaemelum nobile (L.) All., sin. Anthemis nobilis L.,</strong><br />
<strong>(Chamomilla nobilis God., Anthemis odorata Lam.)<br />
</strong>Família das Asteráceas (Compostas)</p>
<p><strong>Nomes Vulgares: </strong>Falsa-camomila, macela, macela-dourada, macela-de-botão, mançanilha, marcela.<br />
<span id="more-392"></span></p>
<p><strong>Habitat e Distribuição</strong><br />
Planta herbácea perene da Europa e regiões temperadas, cresce em terrenos férteis, leves e de boa exposição ao sol.<br />
É freqüente em quase todo o continente e regiões autônomas. A variedade de flores dobradas é de cultura.</p>
<p><strong>Partes Utilizadas</strong><br />
De preferência os capítulos florais da variedade de flores dobradas (F. P. VII).</p>
<p><strong>Farmacologia e Atividade Biológica</strong><br />
O óleo essencial é responsável pela sua ação espasmolítica e anti-inflamatória, especialmente pelo camazuleno. As lactonas sesquiterpénicas, como constituintes amargos, produzem um efeito eupéptico, colagogo e carminativo.</p>
<p><strong>Usos médicos<br />
</strong>Internamente como tônico amargo, aperitivo, carminativo, digestivo, anti-inflamatório, e antiespasmódico em afecções gastrintestinais. É também enpregue como emenagogo, diaforético e febrífugo. Externamente em dores reumáticas e em processos inflamatórios das mucosas cutâneas e da orofaringe.</p>
<p><strong>Principais indicações</strong><br />
Doenças inflamatórias do trato digestivo com espasmos. Para facilitar a digestão.</p>
<p><strong>Contra-Indicações</strong><br />
Não são conhecidas.</p>
<p><strong>Efeitos secundários e toxidade</strong><br />
A planta recente pode ocasionar dermatites de contato. O óleo essencial em doses elevadas é emético e possui propriedades estupefacientes.</p>
<p>Observações<br />
A camomila-romana vem inscrita na F. P. VII sob nome de macela.</p>
<p><strong>Formas de Administração e posologia</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
- Infusão: 1,5g por xícara. Infundir 1 xícara depois de cada refeição, ou, antes, como eupéptico.<br />
- Óleo essencial: 1 a 2 gotas, 3 vezes ao dia, com açúcar, em solução alcoólica ou em cápsulas (25 a 50mg), 1 a 3 por dia. Pouco usado.<br />
- Pó: 6g por dia, com um pouco de mel.<br />
<em>Uso externo</em> <br />
- Infusão ou cozimento: 50 a 60 g/l<br />
- Em fricções com o óleo essencial não diluído, ou em solução alcoólica a 10%, em inflamações osteoarticulares.</p>
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		<title>Cava-Cava</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Piper methysticum Forst. fil. Família das Piperáceas NOMES VULGARES: Kava-kava, kawa-kawa, amekava, cava-ava, kava. HABITAT E DISTRIBUiÇÃO Trepadeira indígena da Polinésia, cresce em muitas ilhas do Pacífico, sendo cultivada nos Estados Unidos da América e na Austrália. PARTES UTILIZADAS Rízomas. USOS MÉDICOS Ansiedade, insÔnia, nervosismo. Perturbações do climatério. Vaginites (uso tópico). Como anestésico local. Prostatites, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Piper methysticum Forst. fil.</strong><br />
Família das Piperáceas</p>
<p><strong>NOMES VULGARES:</strong> Kava-kava, kawa-kawa, amekava, cava-ava, kava.<br />
<span id="more-390"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUiÇÃO </strong><br />
Trepadeira indígena da Polinésia, cresce em muitas ilhas do Pacífico, sendo cultivada nos Estados Unidos da América e na Austrália.</p>
<p><strong>PARTES UTILIZADAS</strong><br />
Rízomas.</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS</strong><br />
Ansiedade, insÔnia, nervosismo. Perturbações do climatério. Vaginites (uso tópico). Como anestésico local. Prostatites, cistites. Inflamações osteoarticulares. Como diurético.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES</strong><br />
Ansiedade, stress e insônia.</p>
<p><strong>USOS APROVADOS</strong><br />
Ansiedade nervosa, stress e insônia.</p>
<p><strong>CONTRA-INDICAÇÕES </strong><br />
Gravidez, aleitamento, crianças. Depressão endógena, pois pode conduzir ao suicídio. Apesar da controvérsia sobre o mecanismo de ação sedativa e suas possíveis interações, recomenda-se não associar a outras drogas sedativas, hipnóticas, ansiolíticas e a anti-histamínicos<br />
O álcool potencializa a toxicidade da planta.</p>
<p><strong>EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE </strong><br />
Em doses terapêuticas, nenhum efeito secundário tem sido referido. O abuso de bebidas à base da planta, ou de preparações pode provocar habituação e efeitos tóxicos.</p>
<p><strong>PRECAUÇÕES </strong><br />
O abuso do consumo de cava-cava pode originar erupções cutâneas, magreza, hiperbilirrubinemia, trombocitopenia e hiipertensão arterial.<br />
O mais característico é a cava-dermopatia (pele seca ictiósica, mais nas palmas das mãos e dos pés)<br />
explicada pela interferência no metabolismo do colesterol e redução da niacina.</p>
<p><strong>OBSERVAÇÕES</strong><br />
Recentemente o seu uso em fitoterapia foi desaconselhado.<br />
<strong><br />
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno </em><br />
- Cozimento: 2 g por xícara, 3 xícaras por dia. Usar tratamentos descontínuos.<br />
- Comprimidos com pó (1,2 a 1,8 g), titulados a 60 mg de cavopironas: 1 comprimido, 2 a 4 vezes por dia.</p>
<p>Uso externo<br />
- Cozimento a 30 g/l.<br />
- Extrato fluido (1:1) ou diluído a 50%.</p>
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		<title>Bodelha</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fucus vesiculosus L. de f. serratus L. ou de Ascophyllum nodosum de Jolis Família das Fucáceas NOMES VULGARES: Alga-vesiculosa, botelho, carvalhinho-mar, carvalho-marinho, fucus, sargaço-vesiculoso. HABITAT E DISTRIBUIÇÃO Alga da costa do Atlântico Norte e do Mediterrâneo Ocidental. Em algumas zonas do Oceano Atlântico cobre grandes superrfícies, conhecidas como mar dos sargaços. PARTES UTILIZADAS Talos. USOS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Fucus vesiculosus L.</strong> de <strong>f. serratus L.</strong> ou de <strong>Ascophyllum nodosum</strong> de <strong>Jolis</strong></em><br />
Família das Fucáceas</p>
<p><strong>NOMES VULGARES:</strong> Alga-vesiculosa, botelho, carvalhinho-mar, carvalho-marinho, fucus, sargaço-vesiculoso.<br />
<span id="more-388"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO </strong><br />
Alga da costa do Atlântico Norte e do Mediterrâneo Ocidental. Em algumas zonas do Oceano Atlântico cobre grandes superrfícies, conhecidas como mar dos sargaços.</p>
<p><strong>PARTES UTILIZADAS</strong><br />
Talos.</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS</strong><br />
Obesidade, hiperlipidemias, arteriosclerose, obstipação, diarréias e hipotiroidismo.<br />
É usado externamente em feridas, ulcerações dérmicas e hemorragias superficiais.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES </strong><br />
Obesidade e hipofunção da glândula tireóidea.<br />
<strong><br />
CONTRA-INDICAÇOES </strong><br />
Tratamento com hormônios tireóideos ou com agentes anti-tireóideos.<br />
Ansiedade, agitação, insônia, taquiarritmias, cardiopatias, emagrecimento acentuado.</p>
<p><strong>EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE</strong><br />
Reações idiossincrásicas ao iodo ou tireotoxicoses para valores de iodo acima de 100 mg.</p>
<p><strong>PRECAUÇÕES </strong><br />
Quando se utiliza de forma incontrolada (frequentemente em automedicação para perder peso) ou em caso de hipersensibilidade individual, pode produzir-se intoxicação (iodismo), devido a urna hiperatividade da tireóide, que pode originar ansiedade, insônia, taquicardia e palpitações.<br />
Devido ao seu conteúdo variável em iodo, recomenda-se o uso só de formas galênicas padronizadas e preparações convenientemente controladas, de preferência em cápsulas ou comprimidos entéricos.</p>
<p><strong>FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno </em><br />
Deve ser prescrito por pessoa qualifiicada.<br />
- Tintura (1:5): 50 a 100 gotas, 1 a 2 veezes por dia.<br />
- Extracto seco (5:1): 0,3 a 1 g por dia.<br />
- Pó: 0,5 a 2 g, 1 a 2 vezes por dia, em cápsulas.</p>
<p><em>Uso externo </em><br />
- Cozimento a 5%.<br />
- Em balneoterapia: juntar com a água do banho, 1 litro de cozimento contendo 100 g do fármaco.<br />
- Pó: aplicar sobre feridas, como cicatrizante.</p>
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		<title>Cedro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cedrus libani A. Rich e C. atlantica (Endl.) Caer. Família das Pináceas NOMES VULGARES: Cedro-do-líbano, cedro-do-atlas HABITAT E DISTRIBUIÇÃO O C. libani é uma árvore nativa da Ásia Menor e o C. atlantica (cedro-do-atlas) da África do Norte. PARTES UTILIZADAS Folhas para a obtenção do óleo essencial e por vezes, o cerne. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Cedrus libani A. Rich e C. atlantica (Endl.) Caer. </strong></em><br />
Família das Pináceas</p>
<p><strong>NOMES VULGARES:</strong> Cedro-do-líbano, cedro-do-atlas<br />
<span id="more-386"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO</strong><br />
O C. libani é uma árvore nativa da Ásia Menor e o C. atlantica (cedro-do-atlas) da África do Norte.</p>
<p><strong>PARTES UTILIZADAS </strong><br />
Folhas para a obtenção do óleo essencial e por vezes, o cerne.</p>
<p><strong>FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA</strong><br />
Pelo óleo essencial tem ação anti-séptica e fluidificante das secreções brônquicas.</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS </strong><br />
Como mucolítico, expectorante e desinnfectante do aparelho respiratório.<br />
Bronquite e catarro brônquico. Sinusites, faringites e gripe. O cerne, na diabetes.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INOICAÇÕES </strong><br />
Perturbações catarrais da árvore respiratória.</p>
<p><strong>CONTRA-INDICAÇÕES E TOXICIDADE</strong><br />
O óleo essencial não deve ser tomado gravidez, nO aleitamento, por crianças com idade inferior a seis anos<br />
e por doentes com problemas gastrintestinais ou neurológicos.<br />
Como medida de precaução antes de usar em inalações, praticar o teste de tolerância: inalar durante 15 segundos e esperar 30 minutos</p>
<p><strong>EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE</strong><br />
Para as folhas e o cerne não são conhecidos.</p>
<p><strong>OBSERVAÇÕES </strong><br />
O óleo essencial é considerado de baixa toxicidade, pois a dose DL50 em roedores é de 5 g/kg.</p>
<p><strong>FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno </em><br />
- Óleo essencial: 1 a 3 gotas, sobre um torrão de açúcar, 2 a 3 vezes por dia.</p>
<p><em>Uso externo </em><br />
- Óleo essencial diluído a 10%, num óleo fixo, como o de amêndoas.</p>
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		<title>Cebola</title>
		<link>http://www.terracha.com.br/plantas-medicinais/cebola/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 02:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Allium cepa L. Família das Aliáceas (Liliáceas) HABITAT E DISTRIBUIÇÃO Planta herbácea vivaz, de origem asiática, provavelmente do Sudoeste da Índia, hoje muito cultivada. PARTES UTILIZADAS BUlbos. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA Os compostos sulfurados têm um efeito antimicrobiano, hipoglicemiante, hipocolesteremiante, ação inibidora da agregação plaquetária e hipotensora. Efeito antialérgico. As frutosanas, ação diurética . USOS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Allium cepa</em> L. </strong><br />
Família das Aliáceas (Liliáceas)<br />
<span id="more-384"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO </strong><br />
Planta herbácea vivaz, de origem asiática, provavelmente do Sudoeste da Índia, hoje muito cultivada.<br />
<strong><br />
PARTES UTILIZADAS</strong><br />
BUlbos.<br />
<strong><br />
FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA</strong><br />
Os compostos sulfurados têm um efeito antimicrobiano, hipoglicemiante, hipocolesteremiante, ação inibidora da agregação plaquetária e hipotensora.<br />
Efeito antialérgico. As frutosanas, ação diurética .</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS</strong><br />
Bronquite, tosse e asma. Como eupéptico. Problemas digestivos com flatulênncia e cólicas intestinais.<br />
Prevenção da arteriosclerose. Parasitoses intestinais. Afecções geniturinárias.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES </strong><br />
Para combater a hipertensão e retardar o processo de arteriosclerose pela sua ação hipotensora e antiagregante plaquetária, bem como normalizadora dos lípidos séricos. Nas infecções respiratórias acompanhadas de tosse, bronquite e asma brônquica.<br />
Alergias respiratórias. Em caso de infecções, pelas suas propriedades antimicrobianas.</p>
<p><strong>USOS APROVADOS</strong><br />
Perda de apetite, prevenção de arteriosclerose.</p>
<p><strong>CONTRA-INDICAÇOES</strong><br />
Com anticoagulantes.</p>
<p><strong>EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE</strong><br />
Não são conhecidos.<br />
<strong><br />
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno </em><br />
Dose média diária, 50 g de cebola recente ou 20 g de cebola em pó.<br />
- Cozimento a 5%, 3 ou mais xícaras por dia.</p>
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		</item>
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		<title>Bolsa-de-Pastor</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 01:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bolsa-de-Pastor]]></category>
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		<category><![CDATA[Medikus Thlaspi bursa-pastoris]]></category>
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		<description><![CDATA[Capsella bursa-pastoris (L.) Medikus (Thlaspi bursa-pastoris L.) Família das Crucíferas NOMES VULGARES: Erva-do-bom-pastor. HABITAT E DISTRIBUIÇÃO Planta herbácea anual ou bienal, nativa da Europa e Ásia das regiões temperadas. PARTES UTILIZADAS Partes aéreas da planta, quando começam a florir. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA Hipertensor por ação vasoconstritora.Hemostático e tônico da musculatura lisa uterina. Efeitos cardíacos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Capsella bursa-pastoris</em> (L.) <em>Medikus (Thlaspi bursa-pastoris</em> L<em>.)</em></strong><br />
Família das Crucíferas</p>
<p><strong>NOMES VULGARES: </strong>Erva-do-bom-pastor.<br />
<span id="more-382"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO</strong><br />
Planta herbácea anual ou bienal, nativa da Europa e Ásia das regiões temperadas.</p>
<p><strong>PARTES UTILIZADAS</strong><br />
Partes aéreas da planta, quando começam a florir.</p>
<p><strong>FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA</strong><br />
Hipertensor por ação vasoconstritora.Hemostático e tônico da musculatura lisa uterina.<br />
Efeitos cardíacos ionotrópicos e cronotrópicos positivos.</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS</strong><br />
Uso interno: tratamento sintomático de menorragias e metrorragias.<br />
Uso externo: lesões cutâneas superficiais hemorrágicas, hemorragias nasais e na limpeza de feridas.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES</strong><br />
Atonia uterina; tendência a hemorragias.</p>
<p><strong>USOS APROVADOS</strong><br />
Internamente no tratamento sintomático de menorragias e metrorragias leves.<br />
Externamente em feridas superficiais que sangram, Aplicação tópica quando o nariz sangra.</p>
<p><strong>CONTRA-INDICAÇÕES</strong><br />
Gravidez. Hipertensão arterial, tratamentos com antidepressivos tipo IMAO.</p>
<p><strong>EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE</strong><br />
O fármaco pode produzir aumento da pressão arterial em dosagens elevadas.</p>
<p><strong>PRECAUÇÕES</strong><br />
Recomenda-se prescrever internamente em tratamentos descontínuos. Pelo seu conteúdo em tiramina, pode desencadear crise hipertensiva em doentes a tomar IMAO, pelo que não deve ser associado a esse tipo de antidepressivos. Doses elevadas originam efeitos cardíacos inotrópicos e cronotrópicos positivos e aumentam as contracções uterinas.</p>
<p><strong>OBSERVAÇÕES</strong><br />
Não usar plantas com superfícies esbranquiçadas,<br />
pois estão atacadas por um fungo parasita chamado Cystopus candidus.</p>
<p><strong>FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
Dose média diária, 10 a 15 g da planta, ou de preparação com conteúdo equivalente<br />
- Cozimento: 30 a 50 g/l, 3 xícaras por dia entre as refeições.<br />
_ Extrato fluido (1:1): 10 a 25 gotas, 1 a 2 vezes por dia.<br />
_ Tintura (1:5): 30 a 50 gotas, 1 a 2 vezes por dia.</p>
<p><em>Uso externo</em><br />
- Suco, infusão de 3 a 5 g, por xícara ou extrato fluido sobre feridas.</p>
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		<title>Boldo</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 22:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas Medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[boldo]]></category>
		<category><![CDATA[boldo verdadeiro]]></category>
		<category><![CDATA[boldo-do-chile]]></category>
		<category><![CDATA[boldoa-fragans]]></category>
		<category><![CDATA[boldu]]></category>
		<category><![CDATA[Peumus boldus Molina]]></category>

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		<description><![CDATA[Peumus boldus Molina Família das Monimiáceas NOMES VULGARES: boldo-do-chile, boldoa-fragans, boldo-verdadeiro, boldu. HABITAT E DISTRIBUIÇÃO Arbusto normalmente de 2 a 3 metros, originário das regiões andinas do Chile com um clima próximo da Europa Mediterrâneo, em colinas secas e de muito sol. Cultivado no Marrocos e na Itália. PARTES UTILIZADAS Folhas. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Peumus boldus Molina</strong></em><br />
Família das Monimiáceas</p>
<p><strong>NOMES VULGARES:</strong> boldo-do-chile, boldoa-fragans, boldo-verdadeiro, boldu.<br />
<span id="more-380"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO </strong><br />
Arbusto normalmente de 2 a 3 metros, originário das regiões andinas do Chile com um clima próximo da Europa Mediterrâneo, em colinas secas e de muito sol. Cultivado no Marrocos e na Itália.</p>
<p><strong>PARTES UTILIZADAS</strong><br />
Folhas.</p>
<p><strong>FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA</strong><br />
A experimentação animal mostra, em dose elevada, uma ação colagoga, aumento da secreção biliar, não atribuível só aos alcalóides, ação hepatoprotetora, aumento da secreção gástrica e ação sedativa leve. Estão também descritas a ação anti-inflamatória e a diurética atribuídas à planta. Dada a grande utilização em fitoterapia, justifica-se um maior número de ensaios clínicos.</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS </strong><br />
Doenças de fígado e vesícula biliar; perturbações digestivas resultantes; hepatites, colelitíase, disquinesia biliar. Enxaquecas relacionadas com disfunção biliar. Como diurético e antiespasmódico nas cistites.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES </strong><br />
Perturbações digestivas; disfunção hepatobiliar; obstipação.</p>
<p><strong>USOS APROVADOS</strong><br />
Leves espasmos gastrintestinais. Indigestões.</p>
<p><strong>CONTRA-INDICAÇÕES </strong><br />
Nas vias biliares obstruídas. Em caso de cálculos, usar só depois de consultar o médico.</p>
<p><strong>EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE</strong><br />
Altas doses podem originar sinais de paralisia, atribuída à boldina (efeito narcótico).</p>
<p><strong>PRECAUÇÕES</strong><br />
Não usar durante muito tempo e de forma contínua. Não ultrapassar as doses recomendadas.<br />
O óleo essencial, devido ao seu conteüdo em ascaridol, não deve ser utilizado por<br />
via interna, a partir de 250 mg já pode provocar vómitos e diarréia ou produzir efeitos neurotóxicos com convulsões.</p>
<p><strong>FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
Dose média diária, 4 g de folhas ou de preparação com conteúdo equivalente.</p>
<p>- Infusão: 1g por xícara, 3 a 4 xícaras por dia, antes das refeições.<br />
- Extrato seco ou nebulizado (5:1): 50 mg por dose, 2 a 3 vezes por dia.<br />
- Pó: 1 a 1,5 g, 1 a 3 vezes por dia.<br />
- Tintura (1:10): 50 gotas, 3 vezes por dia.</p>
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		<title>Camomila</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 23:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas Medicinais]]></category>
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		<description><![CDATA[Matricaria recutita (L.) Rauschert, sin. M. chamomilla L. ou Chamomilla recutita L. Família das Asteráceas (Compostas) Nomes Vulgares: Camomila-dos-alemães, camomila-vulgar, margaça-das-boticas, mançanilha, matricária, camomila-comum, macela. Habitat e Distribuição Planta herbácea anual, originária da Europa Meridional e Oriental que se espalhou por toda a Europa, América e Austrália. A planta comercializada provém da cultura de variedades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Matricaria recutita</em> (L.) <em>Rauschert</em></strong>, sin. <strong><em>M. chamomilla</em> L.</strong> ou <strong><em>Chamomilla recutita</em> L</strong>.<br />
Família das Asteráceas (Compostas)</p>
<p><strong>Nomes Vulgares</strong>: Camomila-dos-alemães, camomila-vulgar, margaça-das-boticas, mançanilha, matricária, camomila-comum, macela.<br />
<span id="more-378"></span><br />
<strong>Habitat e Distribuição</strong><br />
Planta herbácea anual, originária da Europa Meridional e Oriental que se espalhou por toda a Europa, América e Austrália. A planta comercializada provém da cultura de variedades químicas selecionadas. Encontram-se nas searas, campos cultivados, outeiros e margens dos caminhos do Continente, sendo especialmente abundante nos arrefores de Lisboa.</p>
<p><strong>Partes Utilizadas</strong><br />
Capítulos florais.</p>
<p><strong>Farmacologia e Atividade Biológica</strong><br />
A atividade anti-inflamatória tem sido posta em evidencia com diversos modelos experimentais atribuídos ao camazuleno e ao α-bisalobol. A atividade espasmolítica é devida principalmente aos flavonóides e também ao  α-bisalobol. O óleo essencial tem propriedades  antibacterianas, antifúngicas, sedativas e antinevráugicas. As lactonas sesquiterpénicas  atuam como amargos.</p>
<p><strong>Usos médicos</strong><br />
Tônico amargo digestivo, nas síndromes dispépticas; como anti-inflamatório e antiespasmódico nas colites e bronquite asmatiforme. Como sedativo,  emenagogo na dismenorreia; em situações febris, pelas propriedades diaforéticas e febrífugas. Cicatrizante em patologias gastroduodenais (gastroduodenite e úlcera péptica). Topicamente em estomatites (aftas), gengivites, blefaroconjutivites, vulvovaginites, eczemas e outras dermatites.</p>
<p><strong>Principais indicações</strong><br />
Doenças inflamatórias do trato digestivo com espasmos. Situações inflamatórias da pele e mucosas (aplicação tópica).<br />
<strong><br />
Usos aprovados</strong><br />
Internamente em espasmos gastrintestinais e doenças inflamatórias do intestino. Externamente em inflamações da pele, irritação das membranas mucosas orofaríngeas e do aparelho respiratório (fazer inalações); inflamações ano-genitais (usar banhos e irrigações).</p>
<p><strong>Contra-Indicações</strong><br />
Não são conhecidas. No entanto, não é recomendável na gravidez.</p>
<p><strong>Efeitos secundários e toxidade</strong><br />
A planta recente pode ocasionar dermatites de contato. O óleo essencial é muito irritante da pele e das mucosas (usar diluído).</p>
<p><strong>Observações</strong><br />
Na caracterização botânica ter em conta que as lígulas brancas dos capítulos curvam-se para baixo na parte final da floração, o receptáculo é oco e as folhas são recortadas em finas lacínias.</p>
<p><strong>Formas de Administração e posologia</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
- Infusão: cerca de 3g, por xícara. Infundir dez min., 3 ou 4 xícaras por dia, antes das refeições.<br />
- Óleo essencial: 1 a 2 gotas, 1 a 2 vezes ao dia.<br />
- Pó: 300 a 500mg por dose, 2 a 3 vezes por dia.<br />
<em>Uso externo</em><br />
- Infusão ou cozimento: 50 a 60 g/l<br />
- Balneoterapia: 50g, sob a forma de cozimento, para 10 litros de água.</p>
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		<title>Café, Cafeeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 02:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coffea arabica L. e de outras espécies como Coffea liberia  Bull. Família das Rutáceas Nomes Vulgares: Café-arábica, cafeeiro, cafeeiro-arábica, cafézeiro. Habitat e Distribuição Arbusto ou pequena árvore até 8m, sempre verde, com muitos ramos vazais. A espécie mais importante é a C. arábica originária do Sudão e da Etiópia, hoje cultivada em regiões tropicais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Coffea arabica</em> L</strong>. e de outras espécies como <strong><em>Coffea liberia  Bull</em></strong>.<br />
Família das Rutáceas</p>
<p><strong>Nomes Vulgares: </strong>Café-arábica, cafeeiro, cafeeiro-arábica, cafézeiro.<br />
<span id="more-376"></span><br />
<strong>Habitat e Distribuição</strong><br />
Arbusto ou pequena árvore até 8m, sempre verde, com muitos ramos vazais. A espécie mais importante é a C. arábica originária do Sudão e da Etiópia, hoje cultivada em regiões tropicais do Brasil, México, Colômbia, Angola e Timor.</p>
<p><strong>Partes Utilizadas</strong><br />
Sementes, de preferência não torradas. Carvão das sementes.</p>
<p><strong>Farmacologia e Atividade Biológica</strong><br />
Os efeitos do café estão relacionados com a presença da cafeína, que tem efeito inotrópico e, em altas concentrações cronotrópico positivo sobre o coração e estimulante do SNC, com libertação de catecolaminas. Tem também ação estimulante do suco gástrico pelos contituintes amargos e ligeira ação diurética atribuída principalmente aos compostos fenólicos e sais de potássio.<br />
O carvão do café tem propriedades adsorventes.</p>
<p><strong>Usos médicos</strong><br />
Para melhorar a capacidade física e desempenho intelectual em situação de astenia psicofísica. Como estimulante cardio-circulatório, na hipotensão arterial e bradicardia. Como diurético e auxiliar digestivo. Nas enxaquecas. Na adiposidade e celulite.<br />
O carvão do café é usado na diarréia.</p>
<p><strong>Principais indicações</strong><br />
Como psicoestimulante. Auxiliar no tratamento da enxaqueca.</p>
<p><strong>Usos aprovados</strong><br />
O carvão do café no tratamento de diarréias e de inflamações da boca e faringe.</p>
<p><strong>Contra-Indicações</strong><br />
Ulcera péptica. Hipertensão arterial e taquicardia. Hipertiroidismo. Na gravidez nunca exceder 300mg/dia de cafeína (3 xícaras distribuídas ao longo do dia)</p>
<p><strong>Efeitos secundários e toxidade</strong><br />
Insônia, nervosismo, palpitações, sobretudo se associado a outros estimulantes, (ver precauções).</p>
<p><strong>Precauções</strong><br />
O uso prolongado pode causar habituação (cafeinismo) e reduzir a vitalidade.<br />
Não associar a tranqüilizantes, nem a estimulantes como Ginseng (Panax ou Siberiano), Noz de Cola, Guaraná, Efedra, Chá Mate.</p>
<p><strong>Formas de Administração e posologia</strong><br />
Uso interno<br />
- Infusão: 0,5 a 1g por xícara, 1 a 2 xícaras depois das refeições.<br />
Nota: Não ultrapassar, por dia, 9g. Carvão de café: a dose média é de 3g.</p>
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		<title>Borragem</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 02:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Borago officinalis L. Família das Borragináceas Nomes Vulgares: Borrage, chupa-mel. Habitat e Distribuição Planta herbácea anual, mediterrânea, preferindo terrenos ricos e azoto. Cultivada para a produção de sementes. Freqüente nos campos cultivados e incultos, hortas, caminhos, vales em quase todo o continente e região autônoma da Ilha da Madeira. Partes Utilizadas Flores, óleo obtido das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Borago officinalis</em> L. </strong><br />
Família das Borragináceas</p>
<p><strong>Nomes Vulgares:</strong> Borrage, chupa-mel.<br />
<span id="more-372"></span><br />
<strong>Habitat e Distribuição</strong><br />
Planta herbácea anual, mediterrânea, preferindo terrenos ricos e azoto. Cultivada para a produção de sementes. Freqüente nos campos cultivados e incultos, hortas, caminhos, vales em quase todo o continente e região autônoma da Ilha da Madeira.</p>
<p><strong>Partes Utilizadas</strong><br />
Flores, óleo obtido das sementes e ocasionalmente as folhas.</p>
<p><strong>Farmacologia e Atividade Biológica</strong><br />
- Flores e folhas: as mucilagens explicam as propriedades anti-inflamatórias e emolientes. Os flavonóides e os sais de potássio originam um efeito diurético.<br />
- Óleo das sementes: pela sua riqueza em ácidos insaturados e esteróis, atua como hipocolesterolemiante e em problemas ginecológicos (pela ação reguladora hormonal) bem como cutâneos.</p>
<p><strong>Usos médicos</strong><br />
- Flores e folhas: afecções das vias respiratórias: constipações, gripes. Bronquites. Inflamações orogaríngeas e geniturinárias para aumentar a diurese. Externamente em afecções dérmicas.<br />
- Óleo das sementes: hipercolesterolemia, síndrome pré-menstrual, transtornos do climatério. Em afecções dérmicas como eczema, psoríase, ictiose e no rejuvenesciento cutâneo.</p>
<p><strong>Principais indicações</strong><br />
Problemas cutâneos (o óleo das sementes, por via interna e tópica).</p>
<p><strong>Contra-Indicações</strong><br />
Flores e folhas: gravidez, devido ao conteúdo em alcalóides pirrolizidínicos.</p>
<p><strong>Efeitos secundários e toxidade</strong><br />
Ter em conta a possível hepatotoxicidade e atividade cancerígena dos alcalóides pirrazolidínicos, principalmente ao se usar as flores, pelo que o seu uso interno deve ser evitado, principalmente por períodos longos.</p>
<p><strong>Formas de Administração e posologia</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
- Cápsulas gelatinosas com 75mg de óleo de sementes: 2 a 4 gotas por dia, depois das refeições..<br />
Uso externo<br />
- Cozimento de folhas ou flores a 50g/l.<br />
- Pomadas e cremes com óleo a 5%.</p>
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		<item>
		<title>Buchu</title>
		<link>http://www.terracha.com.br/plantas-medicinais/buchu/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 01:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas Medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[buchu]]></category>
		<category><![CDATA[Buchú-redondo]]></category>
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		<description><![CDATA[Barosma betulina (Berg.) Bartl. et Wendl., sin. Agasthosma betulina Pillans Família das Rutáceas Nomes Vulgares: Buchú-redondo, buco. Habitat e Distribuição Arbusto espontâneo na região do Cabo (África do Sul), onde também é cultivado, bem como na América do Sul. Partes Utilizadas Folhas, colhidas quando a planta está em flor ou com frutos. Farmacologia e Atividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Barosma betulina (Berg.) Bartl. et Wendl.</strong></em>, sin. <strong><em>Agasthosma betulina Pillans </em></strong><br />
Família das Rutáceas</p>
<p><strong>Nomes Vulgares:</strong> Buchú-redondo, buco.<br />
<span id="more-370"></span><br />
<strong>Habitat e Distribuição</strong><br />
Arbusto espontâneo na região do Cabo (África do Sul), onde também é cultivado, bem como na América do Sul.</p>
<p><strong>Partes Utilizadas</strong><br />
Folhas, colhidas quando a planta está em flor ou com frutos.</p>
<p><strong>Farmacologia e Atividade Biológica</strong><br />
O óleo essencial tem uma ação anti-séptica das vias urinárias e os flavonóides conferem propriedades vitamínicas P, bem como anti-inflamatórias e diuréticas .</p>
<p><strong>Usos médicos</strong><br />
Inflamações leves das vias urinárias (cistites, uretrites, pielonefrites). Outras situações que requeiram aumento de diurese (hiperuricemia, gota, hipertensão, edemas). Reumatismo, insuficiência circulatória venosa.</p>
<p><strong>Principais indicações</strong><br />
Afecções dos rins e vias urinárias.</p>
<p><strong>Contra-Indicações</strong><br />
Não deve ser administrado conjuntamente com outros diuréticos ou com cardiotônicos. Não usar durante a gravidez..</p>
<p><strong>Efeitos secundários e toxidade</strong><br />
Doses superiores às de referencia podem irritar as vias urinárias. Não usar doses superiores a 3g por dia..</p>
<p><strong>Observações</strong><br />
A Comissão E Alemã não recomenda o seu emprego, por não estar bem documentada a eficácia da sua utilização. Aparecem como adulteração as folhas de B. cremulata Hook. (buchú-oval) e as de B. serratifolia Wild. (buchú-longo) que possuem menores quantidades de óleo essencial e de diosfenol, ou não o tem.</p>
<p><strong>Formas de Administração e posologia</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
Dose média diária, 1 a 2 g.<br />
- Infusão: 2 colheres de chá (cerca de 2g), para 1 xícara, 2 a 3 vezes por dia.<br />
- Tintura (1:10): 50 a 100 gotas, 1 a 2 vezes por dia.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bisnaga</title>
		<link>http://www.terracha.com.br/plantas-medicinais/bisnaga/</link>
		<comments>http://www.terracha.com.br/plantas-medicinais/bisnaga/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 22:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas Medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[Ammi visnaga Lam]]></category>
		<category><![CDATA[bisnaga]]></category>
		<category><![CDATA[Bisnaga-das-searas]]></category>
		<category><![CDATA[fitoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[funcho-silvestre]]></category>
		<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
		<category><![CDATA[ninhos-de-perdiz]]></category>
		<category><![CDATA[paliteira]]></category>

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		<description><![CDATA[Ammi visnaga Lam. Família das Apiáceas (Umbelíferas) NOMES VULGARES: Bisnaga-das-searas, funcho-silvestre, ninhos-de-perdiz, paliteira. HABITAT E DISTRIBUIÇÃO Planta herbácea anual, originária da região mediterrânea da Europa, é subespontânea na Austrália e América do Sul em terrenos incultos. É cultivada principalmente no Egito, Argélia e Marrocos. PARTES UTILIZADAS Frutos. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA Tem uma ação espasmolítica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Ammi visnaga Lam.</strong></em><br />
Família das Apiáceas (Umbelíferas)<br />
<strong><br />
NOMES VULGARES:</strong> Bisnaga-das-searas, funcho-silvestre, ninhos-de-perdiz, paliteira.<br />
<span id="more-368"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO</strong><br />
Planta herbácea anual, originária da região mediterrânea da Europa, é subespontânea na Austrália e América do Sul em terrenos incultos. É cultivada principalmente no Egito, Argélia e Marrocos.</p>
<p><strong>PARTES UTILIZADAS</strong><br />
Frutos.</p>
<p><strong>FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA</strong><br />
Tem uma ação espasmolítica musculo-trópica devido principalmente às furanocromonas e aos derivados cumarínicos sobre a musculatura lisa dos brônquios,<br />
do trato gastrintestinal, das vias biliares e urinárias e dos vasos coronários, intensificando a circulação do miocárdio. Ação Diurética</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS</strong><br />
Como diurético nos edemas e para expulsar pequenos cálculos das vias urinárias. Útil na asma brônquica e asma cardíaca, em situações de arritmia, insuficiência coronária e distonia neurovegetativa. Usada topicamente no tratamento do vitiligo e da alopecia areata.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES</strong><br />
Nas situações clínicas em que se pretenda uma intensificação da circulação coronária e do miocárdio, um inotropismo positivo e um efeito relaxante no<br />
músculo liso.</p>
<p><strong>CONTRA-INDICAÇÕES</strong><br />
Gravidez, aleitamento e crianças com menos de seis anos. Não usar com cardiotônicos e laxantes antraquinônicos.</p>
<p><strong>EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXIDADE</strong><br />
Doses não terapêuticas (correspondendo a valores superiores a 100 mg de quelina), ou uso continuado, podem originar náuseas, insónia, vertigens, cefaleias e<br />
sonolência. Devido às furanocumarinas tem efeito fototóxico.</p>
<p><strong>OBSERVAÇÕES</strong><br />
A Comissão E Alemã não recomenda o seu emprego, por não estar bem documentada a eficácia da sua utilização.</p>
<p><strong>FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
- Infusão: I colher de sobremesa por xícara, 2 xícaras por dia, depois das refeições.<br />
- Pó em cápsulas: 1 a 1,5 g por dia.<br />
- Extrato fluido: 10 a 20 gotas, 2 a 3 vezes por dia.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Bétula</title>
		<link>http://www.terracha.com.br/plantas-medicinais/betula/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 22:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ervas medicinais]]></category>
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		<description><![CDATA[Belula pendula Roth, sin. B. verrucosa Ehrh., sin. B. alba L. Também a B. pubescens Ehrl, ou híbridos das duas espécies. Família das Betuláceas NOMES VULGARES: Bédulo, bidoeiro, vidoeiro, vido. HABITAT E DISTRIBUIÇÃO É uma grande árvore de origem euro-asiática, comum também nas zonas temperadas da Ásia e América do Norte. Encontra-se em bosques e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Belula pendula Roth</strong></em>, sin. <strong><em>B. verrucosa Ehrh.</em>,</strong> sin. <strong><em>B. alba</em> L.</strong> Também a<strong> <em>B. pubescens Ehrl</em></strong>,<br />
ou híbridos das duas espécies.<br />
Família das Betuláceas</p>
<p><strong>NOMES VULGARES:</strong> Bédulo, bidoeiro, vidoeiro, vido.<br />
<span id="more-366"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO</strong><br />
É uma grande árvore de origem euro-asiática, comum também nas zonas temperadas da Ásia e América do Norte. Encontra-se em bosques e matas, mas também é cultivada.</p>
<p><strong>PARTES UTILIZADAS</strong><br />
- Folhas, por vezes cascas e gemas</p>
<p><strong>FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA</strong><br />
As folhas, pelos flavonóides, vitamina C e sais minerais, originam diurese que favorece<br />
a eliminação de água, ureia, e de ácido úrico. As cascas são essencialmente adstringentes.</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS</strong><br />
Doenças das vias urinárias por bactérias ou por inflamação (pielonefrites, uretrites, cistites etc.). Também útil para evitar a formação de cálculos nos rins e bexiga. Usada ainda como coadjuvante no tratamento de doenças reumáticas e de flebites.<br />
Externamente em problemas crónicos da pele.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES</strong><br />
Nas infecções urinárias e urolitíase, e sempre que se pretenda uma ação diurética.</p>
<p><strong>USOS APROVADOS</strong><br />
Terapêutica de lavagem em inflamações do aparelho urinário. Coadjuvante no tratamento do reumatismo.<br />
<strong><br />
PRECAUÇÕES</strong><br />
No caso de edemas por insuficiência cardíaca ou renal não deve ser usada. Gera potencialização do efeito dos cardiotônicos pela eliminação urinária do potássio.</p>
<p><strong>FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
- Infusão: 3 a 5 g de folhas por xícara, tomar 3 vezes por dia.<br />
- Cozimento da casca ou das gemas: 4 g por 150 ml, 3 vezes por dia, entre as refeições.<br />
- Tintura (1:10): 50 a 100 gotas, 1 a 3 vezes por dia.</p>
<p><em>- Fórmula de M. Moreau para infusão</em><br />
10 a 50g de folhas<br />
1 litro de água fervente<br />
1 grama de bicarbonato de sódio<br />
Obtenha o infuso quando a temperatura deste descer para 40 graus, junte o bicarbonato. Tomar 1 litro por dia.<br />
<em><br />
Uso Externo</em><br />
- Cozimento a 4%</p>
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		<title>Betônica</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 22:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas Medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[Albutrônica]]></category>
		<category><![CDATA[betônica]]></category>
		<category><![CDATA[Betonica officinalis]]></category>
		<category><![CDATA[brutônica]]></category>
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		<category><![CDATA[butônica]]></category>
		<category><![CDATA[cestro]]></category>
		<category><![CDATA[Stachys officinalis]]></category>

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		<description><![CDATA[Stachys officinalis (L.) Trev. sin. Betonica officinalis (L.) Família das Lamiáceas (Labiadas). NOMES VULGARES: Albutrônica, brutônica, burtônica, butônica, cestro. HABITAT E DISTRIBUIÇÃO Planta herbácea perene crescendo na Europa Ocidental e Meridional e em regiões orientais da Ásia até ao Cáucaso, em prados, charnecas e matagais. PARTES UTILIZADAS Partes aéreas floridas. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA Sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Stachys officinalis</em> (L.) <em>Trev</em></strong>. sin. <strong><em>Betonica officinalis</em> (L.)</strong><br />
Família das Lamiáceas (Labiadas).</p>
<p><strong>NOMES VULGARES:</strong> Albutrônica, brutônica, burtônica, butônica, cestro.<br />
<span id="more-364"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO</strong><br />
Planta herbácea perene crescendo na Europa Ocidental e Meridional e em regiões orientais da Ásia até ao Cáucaso, em prados, charnecas e matagais.</p>
<p><strong>PARTES UTILIZADAS</strong><br />
Partes aéreas floridas.</p>
<p><strong>FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA</strong><br />
Sempre usada como adstringente devido aos taninos, mostrou mais recentemente uma ação espasmolítica e sedativa, aliviando o stress, contribuindo para a normalização da pressão arterial (pela presença dos heterósidos) e particularmente em problemas pré-menstruais e dismenorréia.</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS</strong><br />
Insônia, enxaqueca; amenorréia, dismenorréia; espasmos brônquicos e gastrintestinais.<br />
Topicamente é usada como cicatrizante em flebites e feridas.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES</strong><br />
Ansiedade, nevralgias, bronquite asmática</p>
<p><strong>EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE</strong><br />
Devido aos taninos, doses não terapêuticas podem agravar sintomas digestivos como náuseas e vómitos em caso de doença péptica</p>
<p><strong>PRECAUÇÕES</strong><br />
Não usar durante a gravidez.<br />
<strong><br />
OBSERVAÇÕES</strong><br />
Com propriedades semelhantes é usada a <em>Stachys palustris</em>.</p>
<p><strong>FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
- Infusão: 1 colher de sobremesa por xícara. Tomar 2 xícaras por dia.<br />
- Pó: 1 a 2 g por dia.</p>
<p><em>Uso externo</em><br />
- Cozimento a 10%.</p>
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		<title>Bérberis</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 22:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas Medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[bérberis]]></category>
		<category><![CDATA[chá]]></category>
		<category><![CDATA[chá de]]></category>
		<category><![CDATA[ervas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[Espinheiro-vinheto]]></category>
		<category><![CDATA[extrato]]></category>
		<category><![CDATA[uva-espim]]></category>

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		<description><![CDATA[Berberis vulgaris L. Família das Berberidáceas NOMES VULGARES: Espinheiro-vinheto, uva-espim. HABITAT E DISTRIBUIÇÃO Arbusto nativo da Europa, naturalizou-se na América do Norte, é também cultivado, como ornamental. PARTES UTILIZADAS Frutos e cascas da raiz. FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA Os alcalóides, principalmente a berberina, são responsáveis pela ações eupéptica colorética e colagoga. São ainda atribuídos à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Berberis vulgaris</em> L.</strong><br />
Família das Berberidáceas</p>
<p><strong>NOMES VULGARES:</strong> Espinheiro-vinheto, uva-espim.<br />
<span id="more-360"></span><br />
<strong>HABITAT E DISTRIBUIÇÃO</strong><br />
Arbusto nativo da Europa, naturalizou-se na América do Norte, é também cultivado, como ornamental.<br />
<strong><br />
PARTES UTILIZADAS</strong><br />
Frutos e cascas da raiz.</p>
<p><strong>FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA</strong><br />
Os alcalóides, principalmente a berberina, são responsáveis pela ações eupéptica colorética e colagoga.<br />
São ainda atribuídos à berberina ações anti-séptica e ocitócica. Mostra atividade cardiovascular e redução da pressão arterial (pela magnoflorina). Ação antipirética, estimulante do peristaltismo intestinal e diurética.</p>
<p><strong>USOS MÉDICOS</strong><br />
- Frutos: convalescença, gripes.<br />
- Casca das raízes: como tónico amargo,estimulante da função hepática na anorexia, disquinesia e litíase biliar. Usado também na litíase renal,hipertensão arterial e como venotónico.</p>
<p><strong>PRINCIPAIS INDICAÇÕES</strong><br />
- Frutos: em infecções.<br />
- Cascas das raízes: como depurativo na desabituação de estupefacientes, em afecções hepatobiliares, esplênicas e renais, reumatismos com ou sem hiperuricémia.</p>
<p><strong>CONTRA-INDICAÇÕES</strong><br />
Nas vias biliares obstruídas, na gravidez e na aleitação.<br />
<strong><br />
EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE</strong><br />
Doses não terapêuticas contendo mais de 4 mg de berberina originam naúseas, vômitos, diarréia e lesâo dos rins</p>
<p><strong>FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA</strong><br />
<em>Uso interno</em><br />
- Infusão ou cozimento dos frutos: 1 colher de café por xícara, 2 a 3 vezes por dia.<br />
- Tintura (1:10) das cascas: 20 a 40 gotas por dia.</p>
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