Ameixeira-Africana
Prunnus Africana (Hook f.) Kalkm, sin Pygeum africanum Hook f.
Família das Rosáceas
Nomes Vulgares: Ameixeira-africana, ameixoeira-africana, munjibe-ndende (nome angolano em kimbandu), pigeum
Habitat e Distribuição:
Árvore espontânea na África, nas proximidades de cursos de água e altitudes superiores a 1000 metros,
mas também é cultivada
Partes Utilizadas:
Casca dos caules e ramos
Farmacologia e Atividade Biológica
Reduz a inflamação crônica da próstata, reestabelece a função secretora da glândula,
inibe a 5-a-redutase porque diminui a conversão da testosterona no androgênio mais
ativo, o 5-a-di-hidrotestosterona. Anti-inflamatória, diminui os problemas miccionais associados
ao edenoma benigno da próstata.
Usos Etnomédicos e Médicos
Adenoma benigno de próstata. É útil o seu emprego antes e após a cirurgia prostática.
Prostatites.
Principais Indicações
Adenoma prostático; prostatites
Contra Indicações
Não são conhecidas
Observações
Convém prescrever tratamentos prolongados de pelo menos 3 meses.
É útil a associação com equinácea, urtigão (Urtiga dioica), palmeto (Serenoa serrulata) e
outros fármacos úteis no tratamento do adenoma prostático
Formas de Administração e Posologia
- Extrato lipídico: 200mg por dia, 2 vezes por dia.
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