Aristolóquia
Aristolochia clematitis L.
Família das Aristoloqueáceas
NOMES VULGARES: calungo, cipó-mil-homens.
HABITAT E DISTRIBUIÇÃO
Planta herbácea vivaz, nativa da Europa Central e Meridional e do Sudoeste da Ásia. Prefere solos calcários pedregosos.
PARTES UTILIZADAS
Rizomas e raÍzes.
FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA
Os extractos da aristolóquia estimulam a actividade fagoeitária sem elevar o número de leucócitos. Têm ação anti-inflamatória e cicatrizante. São carcinogénicos e mutagênicos.
USOS MÉDICOS
Eram usados extratos por via oral no tratamento de furúnculos rebeldes, fístulas ulceradas, acne e infecções ginecológicas. O seu nome deriva do grego: aristos (melhor) e lochia (parto) dada a sua utilização primitiva como ocitócico. Hoje só se usa topicamente, em ulcerações, feridas ulceradas e eczemas, uma vez que se verificou serem os ácidos aristolóquicos carcinogénícos.
PRINCIPAIS INDICAÇÕES
Infecções cutâneas em uso tópico.
EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE
Devido à toxicidade só deve ser usada externamente.
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA
Uso externo
- Cozimento: SO g/L, aplicar quente em compressas, 2 a 3 vezes por dia.
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