Bérberis
Berberis vulgaris L.
Família das Berberidáceas
NOMES VULGARES: Espinheiro-vinheto, uva-espim.
HABITAT E DISTRIBUIÇÃO
Arbusto nativo da Europa, naturalizou-se na América do Norte, é também cultivado, como ornamental.
PARTES UTILIZADAS
Frutos e cascas da raiz.
FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA
Os alcalóides, principalmente a berberina, são responsáveis pela ações eupéptica colorética e colagoga.
São ainda atribuídos à berberina ações anti-séptica e ocitócica. Mostra atividade cardiovascular e redução da pressão arterial (pela magnoflorina). Ação antipirética, estimulante do peristaltismo intestinal e diurética.
USOS MÉDICOS
- Frutos: convalescença, gripes.
- Casca das raízes: como tónico amargo,estimulante da função hepática na anorexia, disquinesia e litíase biliar. Usado também na litíase renal,hipertensão arterial e como venotónico.
PRINCIPAIS INDICAÇÕES
- Frutos: em infecções.
- Cascas das raízes: como depurativo na desabituação de estupefacientes, em afecções hepatobiliares, esplênicas e renais, reumatismos com ou sem hiperuricémia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Nas vias biliares obstruídas, na gravidez e na aleitação.
EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE
Doses não terapêuticas contendo mais de 4 mg de berberina originam naúseas, vômitos, diarréia e lesâo dos rins
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA
Uso interno
- Infusão ou cozimento dos frutos: 1 colher de café por xícara, 2 a 3 vezes por dia.
- Tintura (1:10) das cascas: 20 a 40 gotas por dia.
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