Cava-Cava
Piper methysticum Forst. fil.
Família das Piperáceas
NOMES VULGARES: Kava-kava, kawa-kawa, amekava, cava-ava, kava.
HABITAT E DISTRIBUiÇÃO
Trepadeira indígena da Polinésia, cresce em muitas ilhas do Pacífico, sendo cultivada nos Estados Unidos da América e na Austrália.
PARTES UTILIZADAS
Rízomas.
USOS MÉDICOS
Ansiedade, insÔnia, nervosismo. Perturbações do climatério. Vaginites (uso tópico). Como anestésico local. Prostatites, cistites. Inflamações osteoarticulares. Como diurético.
PRINCIPAIS INDICAÇÕES
Ansiedade, stress e insônia.
USOS APROVADOS
Ansiedade nervosa, stress e insônia.
CONTRA-INDICAÇÕES
Gravidez, aleitamento, crianças. Depressão endógena, pois pode conduzir ao suicídio. Apesar da controvérsia sobre o mecanismo de ação sedativa e suas possíveis interações, recomenda-se não associar a outras drogas sedativas, hipnóticas, ansiolíticas e a anti-histamínicos
O álcool potencializa a toxicidade da planta.
EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE
Em doses terapêuticas, nenhum efeito secundário tem sido referido. O abuso de bebidas à base da planta, ou de preparações pode provocar habituação e efeitos tóxicos.
PRECAUÇÕES
O abuso do consumo de cava-cava pode originar erupções cutâneas, magreza, hiperbilirrubinemia, trombocitopenia e hiipertensão arterial.
O mais característico é a cava-dermopatia (pele seca ictiósica, mais nas palmas das mãos e dos pés)
explicada pela interferência no metabolismo do colesterol e redução da niacina.
OBSERVAÇÕES
Recentemente o seu uso em fitoterapia foi desaconselhado.
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA
Uso interno
- Cozimento: 2 g por xícara, 3 xícaras por dia. Usar tratamentos descontínuos.
- Comprimidos com pó (1,2 a 1,8 g), titulados a 60 mg de cavopironas: 1 comprimido, 2 a 4 vezes por dia.
Uso externo
- Cozimento a 30 g/l.
- Extrato fluido (1:1) ou diluído a 50%.
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